Nota oficial do SINDPD/SC: revolução de mentiras - a verdade que eles não querem ouvir, nem te contar

Manifesto da Desinformação
Está circulando um texto intitulado “Manifesto pela democracia no SINDPD-SC”, repleto de mentiras e acusações sem fundamento. Por respeito à categoria e à história da entidade, a direção do SINDPD-SC esclarece os fatos.
Antes de tudo: não, esta gestão não está há quatro décadas no sindicato, esta gestão foi empossada no dia 16 de dezembro de 2022.. Essa é a primeira grande mentira e um bom exemplo de como certos grupos preferem criar narrativas em vez de lidar com a realidade.
Também é falso afirmar que houve irregularidades no processo eleitoral. Não houve, porque a eleição anterior transcorreu nos mesmos termos e prazos, e vale ressaltar que na assembleia realizada no dia 29 de outubro, o calendário e regimento eleitoral foi aprovado pela categoria em assembleia, sendo ela soberana nas decisões da entidade, conforme diz no Artigo 11 do Estatuto. Tudo foi esclarecido à Justiça do Trabalho, na ação em que o grupo que pretende vencer a eleição no tapetão.
Transparência e legalidade
Outra invenção é que a direção “aprovou um regimento restritivo”.Fato: quem aprovou o regimento foi a categoria, por meio de votos legítimos de filiadas e filiados em assembleia que é soberana.
A assembleia que aprovou o regimento eleitoral foi convocada e publicada legalmente, em jornal de grande circulação, conforme exige o estatuto.
“Impedir novas filiações”? Outra Fake News
Desde que esta gestão assumiu, qualquer trabalhador pôde se filiar e participar da vida sindical. Aliás, a própria autora da ação em curso, se filiou ao sindicato no dia 01 de setembro de 2025, e participou da assembleia que definiu o calendário e regimento eleitoral.
Curiosamente, em menos de um mês antes da eleição, surgiu uma mobilização repentina para novas filiações, e agora querem nos convencer que isso é “democracia”?
Onde estavam essas pessoas nas campanhas salariais, nas negociações coletivas, nas greves e nas lutas diárias da categoria?
O que de fato aconteceu
Na assembleia do dia 16 de outubro, a direção e os filiados foram intimidados por um grupo de cerca de 50 pessoas, ou mais, grande parte nem era da base de trabalhadores de TI em Santa Catarina, e tampouco filiadas ao sindicato.Vieram acompanhadas de advogados e dirigentes de sindicatos de São Paulo e Paraná, além de integrantes da Federação (FENATI).
A pergunta é simples:💭 Qual o interesse de sindicatos de outros estados em interferir num processo legítimo de Santa Catarina?
Por conta desse episódio, a direção reforçou a segurança na assembleia seguinte e fez muito bem.A história se repetiu: novamente, pessoas e advogados vindos de fora, não filiados e até mesmo sem qualquer vínculo com a categoria, tentaram entrar, tumultuar e deslegitimar um processo que pertence exclusivamente aos trabalhadores catarinenses.
E a situação fica ainda mais curiosa quando o próprio grupo autodenominado “Revolution” divulga que seus advogados são pró-bono, ou seja, trabalham de graça.
Pois é: profissionais de São Paulo e Paraná que, por pura generosidade, decidiram abrir mão de honorários, tirar do próprio bolso viagens, hospedagens e alimentação, tudo em nome da “democracia sindical catarinense”?
É comovente.Ou seria apenas conveniente?
Fica a dúvida: qual o verdadeiro interesse por trás dessa atuação gratuita tão distante de suas bases?Porque defender um grupo que quer ser direção do SINDPD-SC “de graça”, viajando centenas de quilômetros, não soa exatamente como filantropia soa mais como investimento.Afinal, um sindicato sólido, com histórico de ações trabalhistas vitoriosas e reconhecida respeitabilidade jurídica, é também uma excelente oportunidade para quem pretende transformar “apoio ideológico” em negócio futuro.
Mentiras, ataques e difamação
Como se não bastassem as inverdades sobre o processo eleitoral, o grupo “Revolution” decidiu partir para o ataque pessoal.Em sua página no Instagram, o grupo expôs de forma covarde e mentirosa o nome de uma de nossas dirigentes, Gisela Pinto, atribuindo a ela uma fala que jamais foi feita.
A acusam falsamente de ser contra o trabalho em home office — uma distorção grosseira, feita para uso eleitoreiro, sem qualquer prova, apenas jogada na internet para gerar ódio e confusão.
A verdade é simples: Gisela nunca foi contra o home office.Pelo contrário tanto ela quanto toda esta direção sempre apoiaram essa modalidade, defenderam e seguem defendendo o direito do trabalhador de escolher a forma de trabalho mais adequada e digna.
É realmente preocupante o rumo que esse grupo está tomando.E mais perigoso ainda é imaginar que pessoas capazes de difamar e manipular dessa forma possam vir a dirigir um sindicato — uma função que exige postura, responsabilidade e verdade, não ataques covardes e fake news.
Justiça, sim. Manipulação, não.
O texto do grupo em questão diz que “todo o processo está sob questionamento judicial”.Mentira: O que existe é uma ação movida pelo próprio grupo, que busca vencer no tapetão o que não conquistou na base. A Justiça está apenas cumprindo seu papel de analisar os fatos, isso se chama democracia, não irregularidade.
Um sindicato se constrói com trabalho, não com discursos de ocasião
O SINDPD-SC tem quase 40 anos de história e lutas concretas.Agora, de repente, surgem “defensores da democracia” que nunca estiveram ao lado dos trabalhadores, mas apareceram justamente às vésperas da eleição. Coincidência?
Manter o poder?
Se defender o estatuto, a autonomia da entidade e a vontade dos filiados é “manter o poder”, então que fique claro: manteremos, sim — o poder da categoria, não o poder de aventureiros.
O SINDPD-SC sempre esteve e continuará aberto ao diálogo e à participação real, construída com trabalho diário, não com discursos vazios e campanhas difamatórias.
Seguiremos firmes, com serenidade e transparência, defendendo: a autonomia sindical, a verdade e o respeito à vontade soberana dos trabalhadores e trabalhadoras de Santa Catarina.
SINDPD-SC – Sindicato de luta, de verdade, e com história.Porque a democracia sindical não se declara em manifesto — se pratica todos os dias.







